Fonte aponta que ligações telefônicas dos celulares dos policiais que estavam com Walisson no dia dos fatos também são periciadas, com autorização da Justiça | Foto: Montagem
Fonte aponta que ligações telefônicas dos celulares dos policiais que estavam com Walisson no dia dos fatos também são periciadas, com autorização da Justiça | Foto: Montagem

Ainda não há previsão para o fim da investigação sobre a morte do soldado da PM Walisson Miranda Costa.

A Folha Z esteve na Delegacia de Homicídios da Polícia Civil de Aparecida na tarde desta quarta, 27.

De acordo com o delegado Charles Lobo, responsável pela apuração, os trabalhos são complexos e ainda não foram concluídos.

Neste momento, os policiais civis fazem a checagem das informações coletadas.

De acordo com uma fonte interna à Secretaria de Segurança Pública, ligações telefônicas dos celulares dos policiais que estavam com Walisson também são periciadas, com autorização da Justiça.

Segundo o delegado, nenhuma hipótese ainda foi descartada, nem mesmo a de envolvimento de policiais no assassinato.

Relembre

Walisson Miranda da Costa foi morto no dia 22 de setembro de 2019 dentro de uma viatura descaracterizada com um tiro na cabeça.

PC não descarta hipótese de que policial seja autor do homicídio do soldado Walisson | Foto: Reprodução
Soldado Walisson | Foto: Reprodução

De acordo com informações da Delegacia de Estado de Investigação de Homicídios (DIH), uma caminhonete S-10 preta emparelhou do lado direito do veículo em que estavam os policiais.

No momento, eles reduziram a velocidade para passar por um quebra-molas na Avenida União.

Foi então que o atirador teria efetuado um disparo, que atingiu o sargento Fábio Marques de raspão, no ombro, e a cabeça do soldado Walisson.

Na sequência, um dos policiais também teria disparado, em revide, na direção da caminhonete, que saiu em disparada.

Os policiais, então, se deslocaram para a UPA Buriti Sereno, onde o sargento baleado de raspão foi atendido.

Já Walisson foi transferido para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), onde passou por cirurgia, mas não sobreviveu.

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