Chefe do PCC não vai para presídio federal

Transferência de Marcola da penitenciária de Presidente Venceslau pode gerar consequências ao Estado. É o que acredita o governo paulista

Apesar de negar, Marcola é considerado o líder supremo da facção criminosa PCC | Fotomontagem: divulgação
Apesar de negar, Marcola é considerado o líder supremo da facção criminosa PCC | Fotomontagem: divulgação

O governador de São Paulo, Márcio França, do PSB, afirmou que, por agora, não existe necessidade de enviar o líder número 1 da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Camacho, vulgo Marcola, para presídio federal.

Márcio justificou que a transferência de Marcola para presídio da União pode ocasionar problemas maiores para o Estado e para as polícias.

Segundo o governador, o Estado de São Paulo já passou por experiências parecidas que trouxeram muitas reações.

“Não se pode ignorar isso”, enfatizou Márcio neste domingo, 11.

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Decisão não é unânime 

A decisão do governador Márcio França divide as forças de Segurança em São Paulo.

Ainda mais depois da descoberta de um plano ousado de resgate dos líderes do PCC, que estão presos na penitenciária 2 de Presidente Venceslau, interior do Estado.

Marcola cumpre há quase 20 anos uma pena superior a 300 anos, por uma série de crimes ligados ao comando do PCC.

Governador Márcio França decide não transferir Marcola, líder do PCC | Foto: divulgação AGÊNCIA BRASIL
Governador Márcio França decide não transferir Marcola, líder do PCC | Foto: divulgação AGÊNCIA BRASIL

Forças de Segurança fazem uma megaoperação para evitar o resgate de Marcola, chefe do Primeiro Comando da Capital, em Presidente Venceslau, interior de São Paulo.

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