Crime da Pamonharia: acusado de matar filho de Marizete vai a júri popular

Douglas Vinícius era filho de Marizete de Fátima Machado, que foi assassinada no dia 29 de março de 2015, no caso que ficou conhecido como o Crime da Pamonharia | Foto: Reprodução
Douglas Vinícius era filho de Marizete de Fátima Machado, que foi assassinada no dia 29 de março de 2015, no caso que ficou conhecido como o Crime da Pamonharia | Foto: Reprodução

Vai a júri popular em Goiânia homem acusado de matar Douglas Vinicius Machado de Abreu.

Douglas era filho da cozinheira Marizete de Fátima Machado, envolvida no caso que ficou conhecido como Crime da Pamonharia.

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Segundo a denúncia do Ministério Publico de Goiás, Saulo da Silva Sales usou uma faca para matar Douglas por volta das 4h do dia 24 de janeiro de 2017. O homicídio ocorreu no Setor Campinas, em Goiânia.

Ainda segundo foi apurado, acusado e vítima eram moradores de rua e eram vistos frequentemente na Praça Joaquim Lúcio. A motivação do crime seria uma dívida de drogas.

A defesa de Saulo da Silva, acusado de homicídio por motivo fútil, será feita pela defensoria pública. Já a acusação ficará a cargo do promotor Aguinaldo Tocantins.

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Juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia | Foto: Divulgação/TJGO
Juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia | Foto: Divulgação/TJGO

O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida da comarca de Goiânia, presidirá o júri na próxima terça-feira, 29, a partir das 8h30.

O julgamento será realizado no Fórum Cível, localizado no Park Lozandes.

Crime da Pamonharia

Douglas Vinícius era filho de Marizete de Fátima Machado, que foi assassinada no dia 29 de março de 2015.

Marizete foi obrigada a entrar em um carro e foi levada até um matagal em Abadia de Goiás. Segundo as investigações, ela foi então baleada e queimada pelos acusados Sueide Gonçalves da Silva e Willian Divino da Silva Moraes, ambos comerciantes.

O crime ficou conhecido como o Crime da Pamonharia, em razão de uma disputa entre dois pontos comerciais.

A pamonharia ficava na Rua C-182, no Jardim América.

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