Dinheiro desviado de sindicato pagou escola de tênis do filho do presidente

Nenhum funcionário do sindicato pode entrar para trabalhar hoje (Foto: jornal Opção)
Nenhum funcionário do sindicato pode entrar para trabalhar hoje (Foto: jornal Opção)

A Operação Sinecura, deflagrada nesta sexta-feira (18) pela Polícia Civil, e que descobriu desvios de cerca de R$ 30 milhões no Sindicato dos Trabalhadores do Município de Goiânia (Sindigoiânia), mostra que parte do dinheiro serviu para pagar a matrícula na escola de tênis do filho de Carlos Antônio Ramos de Alencar, presidente da entidade.

A informação é do delegado Brayner Vasconcelos, titular da Delegacia Estadual de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).

Atualmente, Antônio Carlos está afastado do cargo de diretor da Procuradoria Jurídica do Município. Ele teria se beneficiado com o esquema que desviava valores para contas de terceiros desde 2008.

Segundo o delegado, uma fazenda, um apartamento e automóveis também foram adquiridos com o dinheiro, além de mais de 140 viagens internacionais.

Comentários do Facebook