Empresário goiano apresenta barco-hotel em SP

Dono de pousadas em Luiz Alves leva turistas para conhecer rios e peixes amazônicos

Proprietário das pousadas Asa Branca 1 e 2, no Distrito de Luiz Alves (São Miguel do Araguaia), região norte de Goiás, o empresário Carlos Magno Silva Araújo, de 39 anos, apresentou, durante a Feira Internacional de Pesca Esportiva (Feipesca 2014), em São Paulo (SP), seu mais novo empreendimento: o Barco-Hotel Dona Socorro, que leva pescadores de todo o País para conhecer os rios Branco, Água Boa, Itapará e Anauá, no Estado de Roraima.

A embarcação entrou em operação no mês de setembro passado, quando inicia a temporada de pesca em Roraima, que vai até março – no restante do ano, é o período de defeso (quando não se pode pescar). A região é conhecida por abrigar peixes de porte, como tucunarés de até 12 quilos e a piraíba gigante da Amazônia.

Barco-Hotel Dona Socorro leva pescadores de todo o País para conhecer os rios Branco, Água Boa, Itapará e Anauá, no Estado de Roraima (Foto: Divulgação)
Barco-Hotel Dona Socorro leva pescadores de todo o País para conhecer os rios Branco, Água Boa, Itapará e Anauá, no Estado de Roraima (Foto: Divulgação)

Pesca esportiva

“Os rios são bastante piscosos, por isso consegui atrair pescadores de diversas partes do País para Roraima. E, com a infraestrutura que oferecemos dentro e fora do barco, conseguimos levar conforto aos pescadores no meio da Floresta Amazônica”, explica Carlinhos. “Lembrando que praticamos apenas a pesca esportiva. Não trazemos nada dos rios amazônicos”, emenda.

Para a temporada que se inicia em setembro próximo, várias datas já foram comercializadas, provando o sucesso do novo empreendimento. A participação na Feipesca 2014, inclusive, ajudou na expansão do negócio. “Fiz muitos contatos aqui. Tenho certeza que vamos ter um ótimo pós-feira.” O pacote de cinco dias no barco-hotel custa R$ 4,5 mil.

Defesa

A ideia de explorar o turismo em Roraima partiu da ociosidade de Carlinhos em Goiás. O período de defeso no Estado é entre novembro e fevereiro, quando não se pode praticar nem ao menos a pesca esportiva.

“Como ficava praticamente sem ter o que fazer neste período, ia pescar em outras regiões, principalmente na Amazônia. Muitos amigos me perguntavam onde estava pescando e resolvi leva-los comigo a Roraima. Depois, tive a ideia de comprar o barco e fazer um turismo mais profissional. Está dando muito certo. A procura está excelente. Consigo colocar o pessoal pra pescar o ano todo”, comemora Carlinhos.

(Agência Sebrae de Notícias / Goiás)

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