Família do soldado Walisson se reuniu em frente à CPE na manhã de sábado, 23 | Foto: Divulgação
Família de Walisson se reuniu em frente à CPE na manhã de sábado, 23/11 | Foto: Divulgação

Família e amigos do soldado Walisson Costa fizeram uma passeata para marcar 2 meses do assassinato do jovem militar.

A manifestação foi realizada na manhã de sábado, 23.

Com cartazes e cobranças, o grupo chegou por volta das 9h30 à base da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) da PM, onde Walisson era lotado.

FAMÍLIA DO SOLDADO WALISSON PROTESTA POR JUSTIÇA 2 MESES APÓS ASSASSINATO Família e amigos do soldado Walisson Costa fizeram uma passeata para marcar 2 meses do assassinato do jovem militar. A manifestação foi realizada na manhã de sábado, 23. Com cartazes e cobranças, o grupo chegou por volta das 9h30 à base da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) da PM, onde Walisson era lotado. De lá, caminharam por cerca de 10 km até a sede do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida. Mãe de Walisson, Anísia Francisca de Miranda Costa, 50 anos, liderou o coro exigindo respostas para o assassinato. “Queremos esclarecimentos. Dois meses se passaram e até hoje nada. Queremos Justiça. Só isso”, afirmou. Desesperados por uma solução para o caso, a família chegou a oferecer uma recompensa de R$ 5 mil para qualquer informação que levasse à autoria e à motivação do assassinato. Até hoje, porém, nenhuma prisão foi feita pela Polícia Civil.

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De lá, caminharam por cerca de 10 km até a sede do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida.

Mãe de Walisson, Anísia Francisca de Miranda Costa, 50 anos, liderou o coro exigindo respostas para o assassinato.

“Queremos esclarecimentos. Dois meses se passaram e até hoje nada. Queremos Justiça. Só isso”, afirmou.

Desesperados por uma solução para o caso, a família chegou a oferecer uma recompensa de R$ 5 mil para qualquer informação que levasse à autoria e à motivação do assassinato.

Até hoje, porém, nenhuma prisão foi feita pela Polícia Civil.

Manifestantes caminharam por cerca de 10 km até a sede do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida | Foto: Divulgação
Manifestantes caminharam por cerca de 10 km até a sede do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida | Foto: Divulgação

2 meses

Walisson Miranda da Costa foi morto no dia 22 de setembro dentro de uma viatura descaracterizada com um tiro na cabeça.

De acordo com informações da Polícia Civil, uma caminhonete S-10 preta teria emparelhado do lado direito do veículo em que estavam os policiais.

No momento, eles reduziram a velocidade para passar por um quebra-molas na Avenida União.

Foi então que o atirador teria efetuado um disparo, que atingiu o sargento Fábio Marques de raspão, no ombro, e a cabeça do soldado Walisson.

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Na sequência, um dos policiais também disparou, em revide, na direção da caminhonete, que saiu em disparada.

Os policiais, então, se deslocaram para a UPA Buriti Sereno, onde o sargento baleado de raspão foi atendido.

Já Walisson foi transferido para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), onde passou por cirurgia, mas não sobreviveu.

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