Goiânia contará com serviço de bicicletas públicas compartilhadas até o fim do ano

O Rio de Janeiro é exemplo no compartilhamento de bicicletas no Brasil | Foto: Reprodução
O Rio de Janeiro é exemplo no compartilhamento de bicicletas no Brasil; Goiânia agora contará com o mesmo serviço | Foto: Reprodução

O projeto das bicicletas públicas compartilhadas prevê a instalação de 30 estações com 300 bikes espalhadas por pontos estratégicos da cidade. O edital para a implantação do serviço está aberto e nesta terça-feira (5) aconteceu uma apresentação do anteprojeto em caráter informativo aos interessados em participar do chamamento público.

As propostas técnicas deverão ser apresentadas à Comissão Permanente de Licitação da CMTC às 10 horas do dia 10 de agosto. Sávio Afonso diz que o objetivo deste projeto é dotar a cidade de mais opções de locomoção complementar integradas aos demais meios de transporte, como o ônibus.

“No espaço de uma hora você tem que devolver a bicicleta para uma das estações. Depois você espera 15 minutos e aí você já pode retirar novamente outra bicicleta nessa estação ou em outra estação. O usuário poderá usar quantas vezes ele quiser.”

Segundo ele, o uso de bicicletas tem aumentado na cidade com as construções dos trechos cicloviários pela gestão do prefeito Paulo Garcia. Com a instalação de estações de bicicletas em pontos estratégicos da Capital, a circulação de ciclistas tende a crescer ainda mais, sobretudo nas proximidades dos equipamentos públicos.

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Ideia antiga

A ideia do projeto não é nova: em 2012, foi sugerido que a capital tivesse bicicletas compartilhadas, mas não existia infraestrutura cicloviária. “Hoje temos em torno de 50 quilômetros já instalados de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, e tem 44 quilômetros já em implantação”, disse Afonso.

O diretor técnico da CMTC informa que estudos indicam que cerca de 4% da população de Goiânia e 6% da região metropolitana já utilizam a bicicleta como meio de locomoção. O transporte público coletivo é usado por 30% desta população. Diante deste cenário, Sávio Afonso avalia que o incentivo ao uso da bicicleta favorece a inclusão de parcela da população e preserva o direito de ir e vir dos cidadãos nos diferentes espaços da cidade. 

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