Delegados Rilmo Braga (titular) e Ernane Cázer (adjunto) da DIH apresentam conclusões da investigação sobre o homicídio de Danilo Silva, em Goiânia | Foto: Folha Z
Delegados Rilmo Braga (titular) e Ernane Cázer (adjunto) da DIH apresentam conclusões da investigação sobre o homicídio de Danilo Silva, em Goiânia | Foto: Folha Z

“Poucas vezes vi um ódio tão exacerbado quanto o de Hian por Reginaldo.”

Essa foi a fala do delegado Rilmo Braga sobre a conclusão do inquérito que apurou as circunstâncias do homicídio de Danilo Silva no dia 21 de julho.

Nesta 2ª feira (10), a Polícia Civil apresentou os resultados da investigação, que durou 15 dias e contou com o trabalho de 30 agentes.

Segundo as informações levantadas, o pivô da desavença entre Hian e Reginaldo teria sido o pastor Fabiano Silva.

O religioso, conhecido na região por seu trabalho de caridade, era muito querido por Hian, a quem acolheu dentro da própria casa durante 3 meses.

De acordo com o delegado, o jovem começou a desenvolver ciúme da relação entre Fabiano e Reginaldo.

O sentimento foi agravado quando, supostamente, Reginaldo começou a “falar mal do pastor pelas costas”.

E, conforme a rixa se intensificou, Hian então teria começado a planejar uma maneira de se vingar.

Foi então que ele decidiu atrair Danilo Silva para a mata com o intuito de matá-lo e, posteriormente, incriminar Reginaldo.

Liberdade de Reginaldo

Sobre a liberdade de Reginaldo, que não foi indiciado, o delegado Rilmo Braga apontou que a decisão cabe apenas à Justiça.

Preso em flagrante no dia 31 de julho, ele teve prisão preventiva decretada 2 dias depois.

Uma das justificativas para a medida era a proteção da sua integridade física.

Ainda existe, porém, a possibilidade de que o Ministério Público decida denunciá-lo pelo crime, apesar das conclusões da polícia.

No entanto, a expectativa é de que o MP peça sua soltura à Justiça nas próximas horas.

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