Os ECOS estão soando contra as monoculturas da mente…

Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO
Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO

Os últimos comentários nacionais só dão conta de informações sobre a Copa do Mundo. Há destaques também para outros assuntos e às manifestações. Agora, ao meio ambiente os veículos de comunicação não oferecem a mesma evidência.

Vale lembrar que o País tem biodiversidade riquíssima e a fauna e flora ecoam por socorro.

As monoculturas da mente financiam e desencadeiam a insustentabilidade das riquezas naturais brasileiras e custeiam a degradação desses recursos que são provedores do bem-estar das pessoas.

Ainda sobre o mesmo cerne de reflexão, destaca-se o cerrado goiano que é digno de atenção. O bioma tem fauna e flora que, além de exuberante, é também opulente e requer cuidados e total prudência quanto a sua exploração.

Faz-se necessário ponderar a incontestabilidade de que a sombra de uma árvore é melhor do que qualquer ar refrigerado instalado em salas fechadas de distintos escritórios. Pesquisas dão conta de que a temperatura vem sofrendo alterações e a quantidade de chuvas diminuindo, além do assoreamento das terras, tudo por conta do desmatamento. Se é verdade ou não, isso fica por conta dos cientistas que certamente falam com muito mais propriedade sobre esse assunto.

Na verdade, esses pensamentos aqui destacados têm por intuito lembrar que hoje é Dia Mundial do Meio Ambiente e/ou Dia da Ecologia (não importa a nomenclatura) e o fato mais relevante se dá na medida em que muito em breve poderá faltar tudo, inclusive dinheiro para pagar o mínimo de recurso natural que irá remanescer.

Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO

 

Comentários do Facebook