Preguiça venceu a economia – JOGO LIMPO com Rodrigo Czepak

Jogo Limpo com Rodrigo Czepak

Prefeitos petistas são associados por crísticas em comum (Foto: Montagem)
Prefeitos petistas são associados por crísticas em comum (Foto: Montagem)

Preguiça venceu a economia

Como todas as atenções estão voltadas para Brasília, onde o noticiário da guerra PT x anti-PT muda de hora em hora, poucos ficaram sabendo que a Prefeitura de Goiânia anunciou oficialmente a retomada do horário de expediente integral a partir de abril. A medida de redução da jornada foi tomada em novembro e teve como justificativa uma economia de R$ 7 milhões até maio.

Do improviso ao desgaste

Nada disso aconteceu, como por hábito tem ocorrido nas decisões do prefeito Paulo Garcia. A administração municipal é o mais puro retrato do improviso: a prioridade do momento, para perplexidade dos servidores e da população, não dura mais do que poucos dias. Ao contrário do governador Marconi Perillo, que tem o controle da mídia, o prefeito geralmente acaba bombardeado por veículos de comunicação e pela opinião pública.

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Sorriso tímido

Necessário ressaltar que alguns dos serviços executados pela Prefeitura, entre eles coleta de lixo, sinalização de trânsito e operação tapa buraco, tiveram significativa melhora nos últimos 15 dias. Mas Paulo Garcia e seus “mercateiros” pouco puderam comemorar em função das intermináveis crises no atendimento das unidades de saúde e na manutenção do sistema de iluminação pública.

Mesmo apelido

A propalada economia no funcionamento das repartições poderia ser positiva se não fosse tratada pelo próprio prefeito como factoide. Nem ele mesmo acredita nas medidas administrativas que anuncia. O único retorno obtido por Paulo Garcia foi ver o seu nome associado ao pior apelido para um gestor: preguiçoso. Algo que já havia acontecido com o ex-prefeito Pedro Wilson (2001-2004).

Juiz Sérgio Moro recebe apoio da categoria (Foto: Reprodução)
Juiz Sérgio Moro recebe apoio da categoria (Foto: Reprodução)

Salve-se quem puder!

A vaidade e os excessos cometidos até agora pelo ex-presidente Lula e pelo juiz Sérgio Moro têm potencial suficiente para realmente “incendiar o país”. Ambos estão dispostos a levar a disputa até as últimas consequências, penalizando diretamente o cidadão brasileiro. Atônitos, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF) não se adaptaram ao papel de bombeiros que o momento exige.

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Cegueira no poder

O desabafo de Dilma Rousseff, presidente fictícia, não passou desapercebido: “Desde minha eleição, em 2014, não fizeram (oposição) outra coisa que não paralisar o meu governo”. Mea-culpa nem pensar. Quase dois anos se passaram e Dilma não admite seus erros na condução econômica e na articulação política do país. Ela acredita, piamente, que tudo não passou de conspiração de setores da direita.

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