Ringue no Paço Municipal: Paulo Garcia vs. Agenor Mariano

Jogo Limpo com Rodrigo Czepak

Vice Agenor Mariano pediu prisão do prefeito Paulo Garcia. Ringue no Paço Municipal está montado (Foto: Reprodução)
Vice Agenor Mariano pediu prisão do prefeito Paulo Garcia. Ringue no Paço Municipal está montado (Foto: Reprodução)

Ringue no Paço Municipal

O que não faz a precipitação política?! Antes de criar o cargo de assessor especial para Assuntos Internacionais da Prefeitura de Goiânia, para onde nomeou o médico Nelcivone Melo, o prefeito Paulo Garcia poderia ter assinado outro decreto materializando a assessoria especial para Assuntos Pugilísticos. O auxiliar nomeado, desta forma, teria poder suficiente para colocar Paulo Garcia e o seu vice, Agenor Mariano, em um ringue no Paço Municipal. De lá, apenas um sairia vivo. Maneira simples para acabar com a interminável troca de acusações e ameaças públicas entre ex-aliados.

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O aluno e o professor

A propósito das incumbências da assessoria internacional da Prefeitura, Nelcivone Melo já manifestou interesse em coletar subsídios junto à equipe do governador Marconi Perillo, uma das mais qualificadas do país. O inquilino do Palácio das Esmeraldas viaja, em média, uma vez a cada três meses, com preferência para palestras nos Estados Unidos. Toda essa bagagem faz de Marconi, segundo auxiliares, um potencial candidato à presidência da República em 2018, apesar de o PSDB ignorá-lo solenemente nas peças publicitárias.

Segurança
Imagem que ilustrou recentemente a coluna Jogo Limpo mostra o vice-governador em operação policial (Foto: Reprodução)

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Nos jornais, rádios, tevês e redes sociais a mensagem da Secretaria de Segurança Pública é objetiva e contundente: “Violência reduz em Goiás”; “Forças policiais ocupam as ruas”; “Ações reprimem a criminalidade”. Por alguns segundos você se questiona em que mundo vive o idealizador das frases de efeito.

… realidade

Com certeza não é na mesma cidade onde estuda Edineia Melo, 37 anos, aluna do curso de Fisioterapia e personagem da edição desta sexta-feira de “O Popular”. Confira o depoimento: “Procurei a Secretaria de Segurança Pública para obter resposta sobre os três furtos que sofri no Eixo Anhanguera. Disse que iria procurar a imprensa para relatar os casos. Depois eles me ligaram aconselhando a não ir à mídia, não mostrar meu rosto, tomar cuidado com o que eu ia falar. Cansei da impunidade. Eles (os bandidos) estão ali há anos roubando as pessoas e fica por isso mesmo”.

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Outro Edvaldo

Meu único compromisso é não ter compromisso com o erro. Fui alertado na manhã de hoje, por um colega de profissão, que o novo presidente da Agência Brasil Central, ex-Agecom, será Edvaldo Crispim da Silva e não Edvaldo Cardoso como escrevi na coluna de quinta-feira. Ainda não encontrei registro do substituto do ex-deputado Carlos Alberto Lereia no Diário Oficial do Governo de Goiás, mas isso não impede que torne público o aviso recebido. Voltarei ao assunto.

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