Serial killer é absolvido em julgamento nesta quarta-feira

Serial Killer foi absolvido pela Justiça| Foto: Divulgação
Serial Killer foi absolvido pela Justiça| Foto: Divulgação

O vigilante  Tiago Henrique Gomes da Rocha, 28 anos, apontado com serial killer, foi absolvido nesta quarta-feira, 26, da morte de Edimila Ferreira Borges, de 18 anos, que aconteceu em uma praça do Setor João Braz, em Goiânia no ano de 2013. Essa foi a primeira vez que ele foi inocentado desde o primeiro julgamento.  Ele responde a mais de 30 homicídios e já foi condenado por 17 assassinatos.

A mãe da vítima, a única testemunha física da morte da filha, não reconheceu Tiago como sendo o autor do crime. A prima da vítima, que na época tinha 11 anos e também foi ferida de raspão no ombro pelo criminoso, afirma que o suspeito tinha outras características físicas.

“O homem que abordou a gente era diferente do Tiago. A pessoa tirou o capacete e eu não fiquei encarando ele, fiquei olhando mais para a região da boca. O tamanho da boca do Tiago é menor, o pescoço é diferente, o jeito de andar”, disse a adolescente, que atualmente tem 14 anos.

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Caso

Vítima foi morta na companhia da prima em Goiânia| Foto: Reprodução/Facebook
Vítima foi morta na companhia da prima em Goiânia| Foto: Reprodução/Facebook

Edimila foi morta no dia 19 de agosto de 2013. Ela estava sentada em um banco de uma praça do Setor João Vaz junto com a prima, quando um homem em uma motocicleta parou, atirou e fugiu. A jovem, que morava na Bahia, passava férias na capital goiana.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito teria parado o veículo e pedido que as garotas entregassem o celular. Porém, antes que elas pegassem os aparelhos, o rapaz disparou. Além de acertar a jovem de forma fatal, a bala ainda atingiu de raspão o ombro da prima.

A defesa do vigilante pediu durante o julgamento que Tiago fosse absolvido. “Esse julgamento é diferente dos demais, porque temos uma testemunha visual do fato, que era a prima da vítima. Ela não reconheceu o Tiago como autor do crime. Foi solicitado a balística, mas no local do crime não foi encontrado nenhum projétil que pudesse ser usado na análise”, disse o defensor público Jaime Rosa  Borges Júnior.

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