Super sinceros – JOGO LIMPO com Rodrigo Czepak

Jogo Limpo com Rodrigo Czepak

Fernando Henrique Cardoso foi o entrevistado do programa Roda Viva desta segunda-feira, 26/10 (Foto: Reprodução)
Fernando Henrique Cardoso foi o entrevistado do programa Roda Viva desta segunda-feira, 26/10 (Foto: Reprodução)

Tomando por base a onda de “sincericídio” que tomou conta do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um sociólogo em crise existencial, façamos um exercício mental para adivinhar quais seriam as revelações de outras personalidades políticas ao ultrapassarem a marca de 80 primaveras:

Dilma: “Eu pedalei, distorci fatos, acobertei escândalos, fiz cara de paisagem, mas não enriqueci às custas do dinheiro público e muito menos briguei com a Patrícia Poeta”.

Lula: “Eu já fui o cara, dei uma mãozinha para os filhos, aceitei lobby na ante-sala da presidência, tomei muitos goles no Aerolula, mas nunca pedi ajuda da arbitragem para o Corinthians”.

Aécio: “Eu brilhei como menino do Rio, colecionei romances e aventuras nas asas da imaginação, ganhei e perdi eleições, mas o importante é que a torcida do Cruzeiro sempre me aplaudiu no Mineirão”.

Alckmin: “Eu assumo minha condição de picolé de chuchu, não dei valor à água nossa de cada dia, tentei esconder documentos, mas essa história de máfia do metrô é mera intriga da oposição”.

Eduardo Cunha: “Eu confesso a existência das contas no exterior, a Cláudia (Cruz) gastou mais do que podia em cosméticos, sempre tive uma atração pelo Jean Wyllys,  mas sou evangélico de alma e coração”.

Michel Temer: “Eu sempre desejei assumir, a Marcela (Temer) sonha com a condição de primeira dama, o PMDB jamais conseguirá atingir a união interna, mas jamais me chamem para um chá das 5 com a Dilma”.

Fernando Henrique Cardoso (última forma): “Eu aceito qualquer culpa desde que 1998 seja o ano que existiu, assim como 1968 foi o ano que não acabou”.

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