Uber chega a Goiânia nesta sexta

Quando o usuário utiliza o app, este localiza o motorista mais próximo e informa o cliente com o nome, foto do motorista, modelo e placa do carro, além de sua nota no Uber
Quando o usuário utiliza o app, este localiza o motorista mais próximo e informa o cliente com o nome, foto do motorista, modelo e placa do carro, além de sua nota no Uber

Goiânia recebe, a partir das sexta-feira, 29, às 14h, a empresa de tecnologia Uber. O serviço implantado, o uberX, apresenta veículos de quarto portas, com menos de sete anos de uso e ar condicionado. As corridas são a partir de R$ 6 e os usuários precisam do aplicativo instalado no celular para poder utilizar – além de informar a localização, claro.

Quando o usuário utiliza o app, este localiza o motorista mais próximo e informa o cliente com o nome, foto do motorista, modelo e placa do carro, além de sua nota no Uber. Também é possível saber o valor estimado da corrida e o condutor só fica sabendo da corrida depois que for aceito.

Pagamentos

Todos os pagamentos são realizados por cartão de crédito, que deve ser cadastrado no perfil do usuário. O serviço tem valor base de R$ 2,50 a chamada, mais percurso e tempo de corrida. Do preço final, 75% vai para o condutor e o restante fica com a Uber.

Cabe ao usuário dar a nota para o motorista depois do serviço realizado. Essa pontuação vai de 1 a 5 estrelas, mas apenas condutores com nota superior a 4,7 continuam ativos no aplicativo. A média brasileira é 4,85.

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Qualificação

Segundo Fábio Sabba, diretor de comunicação da Uber no Brasil, somente motoristas com permissão para dirigir como ativiade remunerada podem ser registrar no aplicativo. É preciso, ainda, fornecer duas certidões criminais, estadual e federal.

Ao todo mais de 10 mil condutores tem cadastro no aplicativo, no Brasil. Já os usuários somam 1 milhão de pessoas. A empresa chegou por aqui, em 2014.

Para os usuários o aplicativo poderá representar uma nova opção de transporte. Porém, como já aconteceu em outros locais do país, os taxistas não ficaram satisfeitos com a concorrência. Em entrevista ao G1 Goiás, o taxista auxiliar Eudione Souza afirmou que a concorrência é desleal, uma vez que eles precisam pagar uma série de taxas.

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