Anápolis pede socorro – JOGO LIMPO com Rodrigo Czepak

Jogo Limpo com Rodrigo Czepak

ANAPOLIS
Cidade de Anápolis (Foto: Divulgação)

Anápolis pede socorro

Os resultados das últimas cinco eleições estaduais comprovaram o distanciamento do eleitorado de Anápolis em relação ao PMDB. Iris Rezende e Maguito Vilela sofreram derrotas vexatórias com índices sempre inferiores a 30%. Marconi Perillo e Alcides Rodrigues venderam Anápolis como símbolo do tempo novo em Goiás. Mas essa realidade ficou no passado. O cidadão anapolino hoje em dia tem mais motivos para reclamar do que aplaudir as ações do governo do Estado na cidade.

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Abandono geral

A mais recente notícia negativa diz respeito ao aumento de 70% no índice de criminalidade na região de Anápolis. O município passou a frequentar lugar de destaque no noticiário policial. A população também já não suporta mais o problema crônico no abastecimento de água no período da estiagem, afetando dezenas de bairros. E por último importantes obras paralisadas em função da falta de recursos. O sentimento que toma conta de Anápolis é o de uma cidade abandonada, maltratada mesmo após tantas demonstrações de fidelidade a Marconi Perillo e seus aliados.

Vila Nova conquistou vaga na final da Terceirona (Foto: Reprodução)
Vila Nova conquistou vaga na final da Terceirona (Foto: Reprodução)

Homenagem urgente

Independente da conquista do título da Série C em 2015 e da campanha na Série B em 2016, qualquer diretor colorado com juízo já deveria encomendar a construção de um marco no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga que simbolize a torcida, o maior patrimônio do clube. Lembrando que jogadores, técnicos e dirigentes surgem e desaparecem, enquanto os torcedores jamais abandonam o barco. Um gesto emblemático que sinalizaria os reais valores para quem veste e representa a camisa colorada.

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Graça nos detalhes

Unanimidade é inatingível, ainda mais no mundo artístico, mas a geração de humoristas como Paulo Gustavo e Monica Iozzi tem contribuído sobremaneira para readaptar o script dos programas televisivos. Nem sempre o resultado é satisfatório, mas eles não se cansam de tentar e improvisar.

Mônica Iozzi viu sua carreira deslanchar desde que estreou como repórter na Band (Foto: Reprodução)
Mônica Iozzi viu sua carreira deslanchar desde que estreou como repórter na Band (Foto: Reprodução)

Sinceridade

Um exemplo da objetividade tão almejada pelo telespectador partiu de Iozzi no Vídeo Show ao vivo desta segunda-feira: “Sei que o caso Joelma-Chimbinha desperta atenção e dá audiência ao programa. Só que não há mais o que ser comentado sobre a interminável briga do casal”.

Sugestão ou pedido?

Certos barracos demoram uma eternidade para sair da pauta dos programas de celebridades. A própria Monica ficou em maus lençóis ao escrever em seu perfil nas redes sociais que uma bala perdida poderia atingir Eduardo Cunha, o polêmico presidente da Câmara dos Deputados.

Erros e acertos

Iozzi caçou e encontrou confusão por opinar sem medir as palavras. O mesmo ocorre com Paulo Gustavo na tevê, teatro e cinema. Exageros à parte, ambos nos ensinam que rir dos próprios erros é fundamental para superarmos a caretice e o falso moralismo que dominam a sociedade em geral.