Será que há o que festejar no Dia do Trabalhador?

Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO
Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO

É replicado várias vezes por inúmeras vozes: “Trabalhar dignifica o homem”,  e,  não trabalha não para ver o que acontece?!

Cada dia na labuta são reais a mais no bolso e consequentemente cifras de monte no impostômetro.

O que preocupa realmente nesse trâmite remuneração e recolhimento é o desígnio de tanto dinheiro. Ao que parece a destinação de tais valores não é tão justa como deveria ser.

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É tão irônico a data comemorativa do trabalhador suceder ao último dia sem multa para declarar o imposto de renda, e, este por sua vez não é justo a quem ganha pouco e muito compreensivo aos que recebem muito.

Esse momento deveria ser um marco bonito em apresentação de boas estatísticas que externassem bons resultados na educação, saúde, emprego, segurança pública e desenvolvimento do país.

Mas ao contrário, os resultados são ruins, pequenos, insuficientes para atender a nação.

É hora de repensar sobre tanta comemoração.

Será que há o que festejar?

Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO