Hospital Municipal de Aparecida (Hmap) tem 50 leitos de UTI | Foto: Enio Medeiros

Aparecida de Goiânia é a única que possui leitos de UTI na rede pública entre as 25 cidades da Regional de Saúde Centro Sul do Estado de Goiás.

A informação foi destacada pelo governador Ronaldo Caiado durante reunião virtual com 32 prefeitos realizada na noite de 2ª feira (18).

Somados, os municípios totalizam uma população de 941.640 habitantes.

Todos eles estão sob a coordenação regional de Aparecida, para fins de planejamento, organização e gestão de redes de ações e serviços de saúde.

Confira as cidades da Regional Centro Sul: 

  1. Aparecida de Goiânia (578 mil habitantes),
  2. Aragoiânia (10.116),
  3. Bela Vista de Goiás (29.448),
  4. Bonfinópolis (9.488),
  5. Caldazinha (3.759),
  6. Cezarina (8.507),
  7. Cristianópolis (2.968),
  8. Cromínia (3.500),
  9. Edealina (3.710),
  10. Edéia (12.276),
  11. Hidrolândia (21.278),
  12. Indiara (15.431),
  13. Jandaia (6.073),
  14. Leopoldo de Bulhões (7.643),
  15. Mairipotaba (2.373),
  16. Orizona (15.502),
  17. Piracanjuba (24.499),
  18. Pontalina (17.777),
  19. Professor Jamil (3.243),
  20. São Miguel do Passa Quatro (4.032),
  21. Senador Canedo (115.371),
  22. Silvânia (20.573),
  23. Varjão (3.816),
  24. Vianópolis (13.746),
  25. e Vicentinópolis (8.611).
Prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha (MDB) | Foto: Rodrigo Estrela
Prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha (MDB) | Foto: Rodrigo Estrela

Aparecida

Também durante o encontro, o prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha, reforçou que busca infectologistas de “renome nacional” para discutir um projeto individualizado para a regional.

De acordo com os número mais atualizados, a cidade tem hoje uma taxa de ocupação de 12% dos seus 63 leitos de UTI.

Deles, 50 são instalados no Hospital Municipal (Hmap) e outros 13 foram adquiridos pela prefeitura na rede privada, para ficar à disposição dos pacientes do SUS.

Segundo Mendanha, caso a ocupação chegue a 70% dos leitos, a solução será o fechamento total do comércio na cidade.

“O fiel da balança numa possível decisão de fechar o comércio é a taxa de ocupação dos leitos de UTI. Se chegar a 70%, nós vamos fechar a cidade”, afirmou.

Aparecida elabora projeto de escalonamento para comércio e indústria


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