O erro de André Rosa: política partidária cobrará preço alto

Como guardião do cofre municipal, seu esforços devem se concentrar nas finanças da cidade

Blog do Coelho

Secretário da Fazenda de Aparecida, André Rosa comete um grave erro ao se aventurar no perigoso jogo da política partidária da cidade.

Com a possibilidade de assumir a presidência municipal do Podemos na preparação para as eleições deste ano, ele tende a prejudicar seu trabalho na administração.

André Rosa | Foto: Divulgação/Câmara de Aparecida
André Rosa | Foto: Divulgação/Câmara de Aparecida

Isso porque todos os bons secretários e até ministros de economia costumam ter perfis técnicos. Não se envolvem em disputas por espaço, típicas de partidos em anos eleitorais.

Crise

Sobretudo nesse momento de crise, com queda de arrecadação prevista para a ordem de R$ 400 milhões devido ao fechamento do comércio, André deve atuar somente como um conciliador, ouvindo as demandas de todos os setores e grupos ideológicos.

Até porque ele foi indicado pelo prefeito Gustavo Mendanha como um quadro estritamente técnico.

Se assumir o Podemos, André terá sua competência técnica questionada.

Como guardião do cofre municipal, seu esforços devem se concentrar nas finanças da cidade.

Partidarização

O que se diz aqui não é que o secretário não deva fazer política, até porque seria um atentado contra a lógica exigir isso de um auxiliar de governo.

A crítica é, na verdade, à partidarização.

E o chefe da Fazenda já deve começar a calcular o “custo” dessa aventura para o seu futuro na carreira pública.

‘André Rosa é garantia de que Podemos está fechado com Mendanha’


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