Diretor do Folha Z, Guilherme Coelho, ao lado do colunista Rodrigo Czepak | Foto: Valdemy Teixeira
Diretor do Folha Z, Guilherme Coelho, ao lado do colunista Rodrigo Czepak | Foto: Valdemy Teixeira

É preciso opinar – por Rodrigo Czepak

Admito que não estava nos planos retomar as análises diárias, mas o dedo inquieto do jornalista adora desafios.

Fui chamado e aqui estou para resgatar uma história interrompida no Folha Z há quase dois anos.

Retorno para incrementar a mesma missão daquele período: informar e opinar sobre qualquer tema, sem distinção.

Só mesmo a cabeça aberta do patrão/diretor Guilherme Coelho para permitir abordagens tão extremas. E as mais inusitadas costumam repercutir dobrado.

Foi assim que incomodamos os mais variados segmentos da sociedade. Ganhamos alguns elogios e uma infinidade de críticas.

Se não for exatamente nessa proporção, jamais perdendo a ética de vista, melhor nem começar.

Os dois lados do balcão

Jornalismo opinativo que não polemiza é praticamente uma assessoria. E eu sei exatamente a diferença por ter ocupado os dois lados do balcão.

Confesso estar adorando o retorno aos textos justamente no momento em que o profissional da comunicação anda mais questionado.

O presidente Jair Bolsonaro não é o único a acreditar que os jornalistas em geral são falsos, tendenciosos e mercenários.

Cabe a cada um dos atacados provar que existe, sim, vida inteligente e responsável no jornalismo. Meu nome é pronto!

Entre jornalistas homenageados pela Alego, 4 são de Aparecida


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