CCJ aprova Título de Cidadão Goianiense para Bolsonaro

Contrária à medida, vereadora apontou que o presidente nada fez por Goiânia nos seus primeiros meses de governo para que merecesse a honraria

CCJ da Câmara de Goiânia aprovou Título de Cidadão Goianiense para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) |Foto: Reprodução / TV Brasil
CCJ da Câmara de Goiânia aprovou Título de Cidadão Goianiense para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) |Foto: Reprodução / TV Brasil

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara de Goiânia aprovou a concessão de Título de Cidadão Goianiense para o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A discussão foi pautada na sessão desta quarta, 26.

De autoria do vereador Sargento Novandir (Podemos), a proposta resultou em polêmica entre os membros da comissão.

O projeto, aprovado por 3 votos a 2, destoou da maioria das discussões na CCJ sobre concessão de honrarias, que costumam ter aprovação unânime.

Agora, a proposta vai ao plenário da Câmara. Confira como foi a votação:

Contrários ao Título de Cidadão para Bolsonaro

Tatiana Lemos (PCdoB) – “Título de Cidadão deve ser dado para pessoas que se destacaram na prestação de serviços ao Município, o que não é o caso do presidente Bolsonaro, que nos seus primeiros meses de governo nada fez por Goiânia que mereça a honraria”.

Cristina Lopes (PSDB) – “Em apenas seis meses de governo ele tem feito um desserviço à sociedade, especialmente com relação aos projeto da Previdência o qual ele tem colocado a conta para as mulheres, os servidores públicos e as camadas mais pobres do país”.

Paulo Magalhães (PSD) – Sem direito a voto, afirmou que a Câmara de Goiânia não deveria conceder o título para um presidente que “está acabando com os aposentados e que tem a ousadia de dar apenas R$ 400 para um idoso carente, o que não permite sua sobrevivência”.

Favoráveis ao Título de Cidadão para Bolsonaro

Wellington Peixoto (MDB) – disse que a homenagem é semelhante à aprovada pelo plenário dia 4 de abril para a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

Anderson Sales-Bokão (DC) – destacou que não há inconstitucionalidade na matéria e que a CCJ não é o local para se discutir o mérito dos projetos.

Zander Fábio (Patriotas) – disse que “quer ver a briga boa que será travada em plenário”.

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