“Um estupro coletivo”, diz goiano sobre reajuste do IPTU

Para o professor universitário e consultor organizacional, Maurício Benício Valadão, o aumento do IPTU foi um verdadeiro absurdo
Para o professor universitário e consultor organizacional, Maurício Benício Valadão, o aumento do IPTU foi um verdadeiro absurdo

O projeto de reajuste da alíquota Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) foi aprovado. A sessão aconteceu no último domingo, 28, e o reajuste recebeu 18 votos positivos contra 14 negativos. O próximo passo é a sanção do prefeito Paulo Garcia (PT) e a publicação no Diário Oficial até sábado, 2, para já valer em 2015.

Com isso, os imóveis residenciais terão menor alíquota, com variação de acordo com seu valor. Imóveis residenciais de valor venal até R$ 50 mil terão alíquota de 0,20%.

Já para os imóveis com valor venal de R$ 30 mil a R$ 50 mil o número é de 0,30%. Entre R$ 100 mil e R$ 200 mil ela é de 0,40%.

De R$ 200 mil a R$ 300 mil a alíquota do IPTU será de 0,45%. Acima de R$ 1,2 milhão ela é de 1%. Imóveis não edificados pagam de 0,75% (até R$ 50 mil) a 3,50% (acima de R$ 1,2 milhão). Vale ressaltar que o artigo prevê que o imposto terá sempre mínimo de R$ 100 (imóveis edificados) ou R$ 150 (não edificados).

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Verdadeiro absurdo

Para o professor universitário e consultor organizacional, Maurício Benício Valadão, o aumento do IPTU foi um verdadeiro absurdo. “Um estupro coletivo. Quando temos problema de caixa, temos que cortar gastos e aumentar a receita de forma racional. A prefeitura de Goiânia quer aumentar e receita e não corta nenhum gasto, aliás, continua promovendo um show de horrores em desastres administrativos. Irei pagar imposto sabendo que o dinheiro está indo diretamente para o ralo”, lamentou.