Welington Peixoto é cotado por vereadores para presidir a Câmara

Apesar de ter apoiado Iris, Welington acredita que Marconi fará um bom governo
Apesar de ter apoiado Iris, Welington acredita que Marconi fará um bom governo

O vereador Welington Peixoto (Pros) é um dos cotados para assumir a presidência da Câmara de Goiânia. Apesar de dizer que se for o desejo da maioria ele assume o cargo, Welington garante que essa não é sua meta. “Vou dar continuidade ao meu trabalho como vereador”.

Welington afirma que este é um cargo almejado por todos, mas ele acredita que o nome deva sair de um destes sete: Zander (PSL), Paulo da Farmácia (Pros), Divino Rodrigues (Pros), Doutor Bernardo do Cais (PSC), Rogério Cruz (PRB), Paulo Magalhães (SDD) e ele próprio.

Eleições

Apesar do Pros ter sido a favor de Marconi Perillo (PSDB) nas eleições estaduais, Welington foi contra a corrente ficou do lado de Iris Rezende (PMDB). Mesmo assim, o vereador acredita no trabalho de Marconi. “Este será o quarto mandato dele como governador. Não pode dizer que ele é ruim”, disse Welington, que ainda pontuou: “Os dois primeiros anos do mandato atual dele não foram bons, mas ele consertou e está fazendo um bom governo”.

Welington fez uma declaração semelhante em relação ao prefeito Paulo Garcia (PT). Segundo o vereador, a gestão do prefeito não está boa, mas ele acredita que ele dará a volta por cima em 2105. “A prefeitura passou por problemas financeiros, faltou gestão. Porém, agora já começa a enxugar a folha e no próximo ano será diferente”.

Ao ser questionado em como pode auxiliar o prefeito, Welington respondeu: “O prefeito não tem como saber de tudo. Mostramos a ele onde levar as obras. Tento ajudar ao máximo, dar governabilidade”, disse.

Renúncia

O vereador também comentou sobre a renúncia de Tayrone de Martino (PT) da chapa de Antônio Gomide (PT), ex-candidato ao governo de Goiás. Apesar de Welington não concordar com a postura de Tayrone, em abandonar a chapa no meio das eleições, ele diz que compreende.

Conforme Welington, Tayrone já tinha confronto de ideias em relação ao partido e foi honesto em seus ideais. “Não acho que foi premeditado ou teve qualquer influência externa”, concluiu.

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