Copa ajuda na prisão de estrangeiros foragidos da Justiça

No Palácio do Planalto o clima está até aprazível, já que ainda não houve nenhuma das situações de caos anunciadas antes do evento. Nem as manifestações ocorreram como antes

A cooperação entre a Polícia Federal (PF) e as polícias estrangeiras na Copa do Mundo resultou na prisão de três pessoas procuradas internacionalmente, segundo balanço divulgado na quinta-feira, 26, pela PF. Apenas uma delas, o mexicano Jose Diaz-Barajas, entrou no Brasil para assistir ao Mundial. As outras duas são estrangeiros que estavam no Brasil há pelo menos um ano. Os três estão presos, e aguardam extradição.

Solicitações

A PF informou que desde o início do Mundial recebeu 600 solicitações de investigação sobre antecedentes criminais de estrangeiros abordados nas ruas, confirmação da autenticidade de documentos, no caso de passaportes duvidosos, e confirmação de nacionalidade, além da falta de documentos de identificação. Foram registrados até 60 pedidos por dia.

As investigações dos estrangeiros são feitas pelo Centro de Cooperação Policial Internacional da PF (CCPI), formado por 220 policiais brasileiros e estrangeiros, dos 32 países que participam da Copa e de cinco nações convidadas, além de representantes da Organização das Nações Unidas (ONU), Interpol e da Comunidade de Polícias das Américas (Ameripol). O CCPI funciona 24 horas por dia, todos os dias.

As polícias estrangeiras também atuam nos jogos das seleções dos seus países, com a intenção de inibir possíveis ocorrências criminosa dos conterrâneos.

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