Goiás inicia reclamação formal contra juiz e presidente da comissão de arbitragem é acusado de envolvimento com Cachoeira

Coronel Júlio César Motta Fernandes (Foto: Reprodução)
Coronel Júlio César Motta Fernandes (Foto: Reprodução)

Depois da polêmica arbitragem do clássico entre Atlético e Goiás no último domingo (14), o Esmeraldino entrou com reclamação formal na Federação Goiana de Futebol contra o Wilton Pereira Sampaio e pediu que ele não seja mais escalado para jogos do time.

Na visão do presidente do Goiás Sérgio Rassi as duas penalidades assinaladas por Wilton a favor do Atlético foram equivocadas.

Coronel Motta

E mais controvérsia foi colocada sobre um membro da comissão de árbitros da FGF.

Presidente da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol, o coronel Júlio César Motta Fernandes pediu na segunda-feira (15) seu afastamento do comando da Academia da Polícia Militar (APM) para que possa se defender das acusações do deputado estadual Major Araújo, de que em sua gestão junto ao CPC a PM ficou proibida de fiscalizar jogos de azar em Goiânia.

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Em entrevista recente à Rádio 730, o coronel defendeu a atuação do muito criticado Wilton Pereira Sampaio

Acusação

Motta também é comandante de Ensino da PM e esteve no Comando do Policiamento da Capital (CPC) entre fevereiro de 2010 e fevereiro de 2011. Ele foi citado indiretamente por Major Araújo:

“Nem o atual, nem o anterior, mas o anterior a eles proibiu [jogos de azar]”, denunciou Araújo, sugerindo o envolvimento envolvimento do militar com Carlos Cachoeira.

O coronel afirmou que as denúncias são infundadas e que as casas de jogos não eram prioridades do CPC na época do seu comando.

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