A tradição do poder paralelo na Prefeitura de Goiânia

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Iris está visivelmente contrariado com a pressão política que vem recebendo | Foto: Paulo José
Iris está visivelmente contrariado com a pressão política que vem recebendo | Foto: Paulo José

O esporte preferido entre peemedebistas nos últimos dias é reclamar do controle absoluto exercido pela primeira-dama Iris Araújo nas definições de cargos para o quarto mandato do prefeito Iris Rezende em Goiânia. A chiadeira ontem, 13, foi grande na solenidade de posse de sete novos secretários no Paço Municipal, evento marcado por atraso, tumulto, currículos nas mãos de dezenas de presentes e negativa do prefeito em conceder entrevista coletiva à imprensa.

Reclamações

Iris está visivelmente contrariado com a pressão política que vem recebendo. Já ouviu reclamações do deputado estadual José Nelto, líder do PMDB na Assembleia Legislativa, e foi obrigado a engolir críticas do “traidor” Thiago Peixoto (PSD), deputado federal, sobre a demora nas nomeações. Ainda falta a terceira e última fornada de indicados para Iris, finalmente, realizar a básica reunião com auxiliares de 1º e 2º escalões.

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Modus operandi

Quanto ao poder paralelo de Iris Araújo, a única novidade é o modus operandi. Ela assumiu as rédeas do processo sem se importar com desgastes que o poder do veto proporciona. Ao contrário de outros dois cabeças brancas que a antecederam: Flávio Peixoto e Osmar Magalhães. Discrição, definitivamente, não é o forte de Dona Iris.

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