Previsão da UFG era de 106 mortes até o dia 26 de maio, data em que Goiás registrou, de fato, 104 óbitos por covid-19 | Foto: Divulgação/Semcom
Previsão da UFG era de 106 mortes até o dia 26 de maio, data em que Goiás registrou, de fato, 104 óbitos por covid-19 | Foto: Divulgação/Semcom

Ao atingir 104 mortes por covid-19 registradas até essa 3ª feira (26), Goiás chegou ao pior cenário possível previsto por um estudo feito em abril pela UFG.

Foram 2 meses entre o 1º e o 100º óbito no Estado.

Agora, os levantamentos apontam que as mil mortes devem ser atingidas muito mais rápido: até o final de junho.

Já na metade de julho, a previsão é que o pico de casos de coronavírus seja atingido em Goiás, provocando o colapso do sistema de saúde devido ao número de internações.

Cenário vermelho

As modelagens da UFG previam 106 mortes por covid-19 até 26 de maio.

Com uma margem de erro de 3 mortes para mais ou para menos, o número confirma o que foi chamado de “cenário vermelho” pelos pesquisadores.

Trata-se do pior quadro simulado pelo grupo, que aponta a queda na taxa de isolamento social como causa para a escalada de casos.

Para os especialistas, só uma taxa superior a 50% até o início de junho pode prevenir esse cenário de colapso.

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